segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

II Colóquio de Educação Ambiental

Pessoal, como ainda estou na querida dissertação, mas em fase de finalização e recebi a notícia deste evento por email, não deixaria de compartilhar com vcs.
O evento ocorrerá na UFPB.
Este é o endereço do primeiro evento, mas acredito que o mesmo sítio será utilizado: ---> https://sites.google.com/site/coloquioea/home

Qualquer informação a mais passo aqui e divulgo.
Abraços!!

domingo, 16 de outubro de 2011

Desabafo - Texto recebido por email

Pessoal, posto aqui um texto que recebi por email. Achei fabuloso e não deixaria de compartilhar com vcs.
Grande Abraço,
PS.: Desculpem-me a ausência, mas estou sendo consumida =) pela dissertação. Depois posto alguns resultados dela pra vcs ;)


Na fila do supermercado, o caixa diz uma senhora idosa:

- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis com o ambiente.

A senhora pediu desculpas e disse:

- Não havia essa onda verde no meu tempo.

O empregado respondeu:

- Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso ambiente.

- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.

Realmente não nos preocupamos com o ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.

Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.

Mas é verdade: não havia preocupação com o ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?

Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar. Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.

Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lâmina ficou sem corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.

Então, não é risível que a atual geração fale tanto em "meio ambiente", mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

13º Encontro Nordestino de Ecologia

Mais informações é só clicar neste link > www.sne.org.br.
Não esqueçam, o prazo para publicação é até dia 30 deste mês!
Até mais,

Encontro de Geógrafos da América Latina

Compartilhando artigos de mais um evento.
Esse link que compartilharei com vocês é para acessar os trabalhos que foram apresentados no XIII EGAL - Encontro de Geógrafos da América Latina, 2012.

São 920 artigos que podem ser "baixados" em formato pdf, word e txt.

https://sites.google.com/a/geogroupcr.com/revista-geografia-de-costa-rica/xiii-egal-2011-costa-rica


Bom proveito e até mais!

I Colóquio de Educação Ambiental para o Semiárido

Pessoal, no mês de julho participei de um colóquio lá na minha querida UFPB e dele surgiu a publicação de um livro com os trabalho s relacionados a temática do evento. Não, o meu não foi para o semiárido, mas quero compartilhar com vocês o link dos trabalhos.
Há uma versão em pdf dos trabalhos. A quem interessar, segue o link;


https://sites.google.com/site/coloquioea/home/livro-do-coloquio



Até mais,

terça-feira, 14 de junho de 2011

Menos Carros, Mais Bicicletas!

O título do post é o grito ecoado pelos ciclistas de São paulo que protestaram sobre a ausência de direitos dos ciclistas e a ineficiência do código de trânsito perante estes usuários.
O executivo Antonio Bertolucci da Lorenzetti, foi morto atropelado pro um ônibus. Ele tinha dinheiro suficiente para andar em carros de luxo, mas preferia a bicicleta, e a sua "magrela" era toda equipada. No caso do seu atropelamento não foi respeitada a distância mínima dos carros para com o ciclista nem a velocidade máxima dos automóveis.

Aqui esta o link da repostagem na íntegra: http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/sp/executivo+da+lorenzetti+morre+atropelado+apos+cair+da+bicicleta+em+sp/n1597026913135.html

Casos como este são cada vez mais frequentes, mas outros casos como assaltos, estupros, também são contabilizados as barbaridades que são feitas aos usuários de bicicletas.
Como podemos contribuir com a redução de automovéis nas ruas, com o ambiente, se os ciclistas não são respeitados.

Só tenho mais uma coisa a dizer:

Segurança, precisamos de mais segurança!!!!!!

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Fome? O que é isso?

Bem,

Gostaria de fazer um texto mais elaborado para compartilhar a situação e até mesmo citar algumas referências a respeito do tema, mas em se tratando de fome, como Geógrafa, só me vem a mente, Josué de Castro.
Os livros Geografia da Fome e Fome: um tema proibido, são os clássicos para se tratar deste tema, abordando geografia e nutrição.
Mas, na verdade a intenção deste post não é falar de Josué de Castro e o quão maravilhoso e brilhante ele foi e sim, para compartilhar com aqueles que se interessam em ler meus escritos a minha indignação quanto a um comentário que ouvi na última semana.
Contextualizando:

Estava no II SEMEIO (postei aqui sobre o evento) na semana passada. E durante uma palestra sobre Segurança Alimentar, ouço de uma jovem sentada ao meu lado - Estudante de Biologia de uma unniversidade pública, século 21 - "Não acredito que alguém possa morrer de fome!"

Como assim, ela não acredita que alguém morra de fome! (Chocada e pedindo paciência para argumentar) Travo eu, um diálogo em busca da luz no fim do túnel.

Eu: Querida, vc sabe o que é fome? Ausência de alimento quando se há a necessidade de ingerir é fome, sabe. (Conceituada da maneira mais simples possível) Há pessoas, não tão longe de nós, que só se alimentam uma vez por dia, que guardam o pouco que tem para dá de comer aos filhos e que não comem aquilo que nutricionalmente é recomendado, e isso dura dias.
Ela: É mesmo?
Eu: E mais, falta de proteínas, vitaminas, necessárias a uma dieta diária, acaba por gerar uma fome nutricional.... acarretando diversas doenças. (Nem citei as doenças, afinal ela era de Biologia).
Pausa para prestar atenção na palestra.
Silêncio e...de repente
Ela: Mas, ainda não acredito que alguém morra de fome. Isso é impossível.

Eu em pensamento: Socorro!!!!!!!!!!!


Agora reflitam comigo: O que esta acontecendo com os jovens e às nossas universidades?